Não foram encontrados produtos
Selecionar corretamente os tubos flexíveis para gases de escape
Nos tubos flexíveis para gases de escape, não é apenas o diâmetro que é decisivo. O intervalo de temperatura, o comprimento do tubo flexível, a flexibilidade, a carga mecânica e o tipo de ligação ao funil, ao enrolador do tubo flexível ou à calha de gases de escape são igualmente importantes. Do ponto de vista do escoamento, o tubo flexível faz parte do sistema global e influencia a perda de carga entre o ponto de captação e o ventilador.
Aspetos a considerar na seleção
✔ diâmetro necessário do tubo flexível
✔ intervalo de temperatura admissível
✔ comprimento necessário do tubo flexível e raio de movimento
✔ solicitações mecânicas no funcionamento da oficina
✔ ligação a funil, enrolador ou sistema de calha
✔ perda de carga no sistema global
Áreas de aplicação típicas
Os tubos flexíveis para gases de escape são utilizados, entre outros locais, em oficinas de automóveis e veículos comerciais, bancos de ensaio, quartéis de bombeiros, bases de emergência e pavilhões industriais para veículos. Consoante o veículo e o modo de funcionamento, a temperatura dos gases de escape, a secção necessária e a mobilidade pretendida podem variar significativamente.
Diâmetro do tubo flexível de gases de escape e perda de carga
Uma secção demasiado pequena do tubo flexível aumenta a velocidade do fluxo e, consequentemente, a perda de carga. Por outro lado, secções demasiado grandes podem ser desnecessariamente pesadas e difíceis de manusear. Por isso, o diâmetro deve ser dimensionado em conjunto com o ventilador, o comprimento do tubo flexível e o elemento de captação.
| critério de seleção | importância | prática |
|---|---|---|
| diâmetro | influencia o caudal e a perda de carga | adaptar à instalação e ao veículo |
| temperatura | determina a execução necessária do tubo flexível | considerar a temperatura real dos gases de escape |
| comprimento | determina o alcance e a resistência adicional | planear apenas o comprimento necessário |
| Flexibilidade | influencia a operação e o raio de curvatura | adaptar ao movimento no local de trabalho |
Instalação e operação
As mangueiras devem ser instaladas, tanto quanto possível, sem dobras desnecessárias, raios apertados ou reduções da secção transversal. Nos enroladores, a mangueira deve ser compatível com o tamanho do tambor e com o sistema de recolha. Os pontos sujeitos a desgaste devem ser inspecionados regularmente quanto a fissuras, zonas de abrasão e danos térmicos.
Perguntas frequentes
O diâmetro da mangueira é suficiente como critério de seleção?
Não. A temperatura, o comprimento, a flexibilidade e a integração no sistema global são igualmente importantes.
Porque é que o comprimento da mangueira é relevante?
À medida que o comprimento aumenta, a perda de pressão também aumenta e, consequentemente, aumenta a reserva de ventilação necessária.
Pode qualquer mangueira ser utilizada para temperaturas elevadas dos gases de escape?
Não. A temperatura admissível deve ser adequada à aplicação concreta.
O que causa perdas de pressão desnecessárias?
Entre outros, curvas apertadas, reduções da secção transversal, comprimentos de mangueira desnecessários e transições inadequadas.
Quando é útil um enrolador de mangueira?
Quando a mangueira é necessária regularmente e, de seguida, deve ser armazenada de forma a poupar espaço.
Com que frequência deve ser inspecionada a mangueira?
Regularmente, no âmbito da manutenção operacional, e adicionalmente em caso de danos visíveis ou aquecimento anormal.
Aconselhamento na seleção
Para um dimensionamento adequado, devem ser considerados em conjunto o tipo de veículo, a temperatura dos gases de escape, o alcance necessário, o diâmetro da mangueira e o sistema de extração existente. Desta forma, evita-se que uma mangueira fundamentalmente adequada se torne um estrangulamento do fluxo durante o funcionamento real.